Obras de artistas plásticos que retrataram a cafeicultura no Brasil e no mundo.

Obra de Benedito Calixto:

A Fundação da Villa de Santos - 1545 - Benedito Calixto
    Benedito Calixto de Jesus nasceu em 14/10/1853, no município de Itanhaém, litoral sul de São Paulo e morreu no dia 31/05/1927. Ele foi pintor, professor, historiador e ensaísta, entre seus 17 e 18 anos se mudou para Brotas.
   Em 1881, Calixto realiza a primeira individual na sede do jornal Correio Paulistano, trabalha na oficina de Tomás e é decorador de tetos. Viajou para Paris para estudar desenho e pintura. 

 O Brasil produz 2 (dois) tipos de café: Arábica e Robusta. Coffea Canephora (conhecido como Robusta) descoberta e classificada no fim de 1800, esta planta é muito difundida na África, Ásia, Indonésia e Brasil. Fornece cerca de um quarto da produção mundial. Hoje, o Arábica representa três quartos da produção do café (a taxa de cafeína deste tipo de grão é cerca de 1,4 %).
   Eu e a Gabriella escolhemos essa imagem, pois nós achamos que tem a ver com a exportação do café.  

   
                                                                                                      
Conheça mais sobre Benedito Calixto.


Obra de Jean Baptiste Debret: 

Escravos carregando café - gravura de Jean-Baptiste Debret - 1826
    Jean Baptiste Debret nasceu em Paris, na França, em 18 de abril de 1768 e morreu na mesma cidade em 11 de junho de 1848, ele foi um pintor, desenhista e professor francês de grande importância para a história de arte do Brasil.
   Na juventude, Debret estudou na Escola de Belas Artes de Paris. Estudou também engenharia no Instituto de France. Ele atuou um tempo na área de engenharia, porém, no final de século XVII retornou para a pintura. Em 1798, expôs no salon a tela Le Général Méssénien Aristomène delivré par une jeune fille (com essa pintura ganhou um prêmio).
   Em 1816, integrou a Missão Artística Francesa, organizada por D. João VI de Portugal, cujo objetivo principal era fundar no Brasil a Academia de Belas Artes.
  
A cena é de colheita do café, os trabalhadores são escravos, carregando pesados sacos de café na cabeça, e estão  a comemorar a colheita. A obra é mais um documento histórico referente à presença e importância do trabalho escravo no desenvolvimento do Brasil.




Saiba mais sobre Debret



                                                                                                                       
                                                                                                                             Júlia e Gabriella

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